ADEUS, HI-SOCIETY

Regina Marcondes Ferraz, hoje Regina Gama, freqüentou por muito tempo as melhores festas e colunas sociais cariocas. Vida nova, marido idem, ela está mais doméstica. “Não existe mais alta sociedade no Rio. As pessoas se recolheram”, diz. Aqui, ela conta tudo sobre esses novos tempos    Por Fred Suter    Fotos Calé


A marca registrada, o sorriso, continua igual, irretocável. A alegria, contagiante. Com toda a certeza, Regina Gama, nascida Dória e muito mais conhecida pelo sobrenome do seu segundo casamento, Marcondes Ferraz, casou novamente, mudou, mas transformou o glamour daquela época em pura energia. Talvez porque, para ela, o Rio de Janeiro, apesar de toda a violência e esvaziamento, não perderá o brilho nunca. Razão que, muito provavelmente, a fez escolher a cidade como endereço fixo.

Regina é paulistana e nasceu em 15 de agosto de 1948. Casou três vezes e seus maridos sempre carregaram sobrenomes importantes. Baby Guinle, com quem ficou cinco anos, Paulo Fernando Marcondes Ferraz, o segundo, por 18 anos, após sete anos solteira e, finalmente, Paulo Gama Filho, com quem está casada há nove anos, depois de mais um período de solteirice, que durou seis anos. O mais curioso é saber que, neste último, ela resolveu morar junto com o novo eleito após, apenas, 15 dias. A definição sobre o marido explica a rapidez: “Atirei no que vi e acertei no que não vi. Encontrei a tranqüilidade na minha vida. Não tem como não me apaixonar por quem me trata tão bem e, ainda por cima, me chama de meu anjo. Nunca pensei em, algum dia, ser chamada de meu anjo”.

Confira a íntegra da matéria na Revista Joyce Pascowitch, edição 20.